Interior do Algarve Central prepara Estratégia de Desenvolvimento Local para 2030

2023-06-14

Desde meados de 2022 que a Associação In Loco, enquanto entidade gestora do GAL Rural Interior do Algarve Central, tem vindo a ouvir a população com o objetivo de preparar a estratégia para o território de atuação deste GAL para o período de 2023 a 2030. 

Para isso organizou sessões de auscultação às comunidades locais, com o apoio de todas as Juntas de Freguesia, Organizações Locais e dos Municípios, na discussão sobre as prioridades de apoio para a sua terra para o próximo período de programação. 

Com vista a recolher mais contributos, a In Loco está a realizar um questionário on line dirigido a promotores de projetos, consultores e população em geral, residente ou não nos concelhos de Albufeira, Faro, Loulé, Olhão, São Brás de Alportel, Silves e Tavira. 

O questionário está aberto até ao dia 25 de junho. 

Para participar basta clicar em Interior do Algarve Central 2030 e responder finalizando com a submissão. 


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]