Inovação do setor agroalimentar

2012-08-29

Abrantes, 20 de setembro 2012

«A inovação aberta como forma de ferramenta de competitividade para pequenas e médias empresas» do setor agroalimentar é o tema do seminário que a TAGUS vai realizar, no âmbito do PRRN.

O seminário irá decorrer no Tecnopolo do Vale do Tejo, em Abrantes, dia 20 de setembro, a partir das 9h.

Reflectir sobre as novas tendências de consumo de produtos agro-alimentares, sensibilizar e estimular os produtores nacionais para a importância da criatividade e da experimentação e aproximar estes agentes dos centros de saber são os objectivos desta iniciativa conjunta da TAGUS e do Centro de Transferência de Tecnologia Alimentar INOV.LINEA.

Pretendendo atrair produtores locais, pequenas e médias empresas, técnicos de Associações de Desenvolvimento Local, professores e estudantes, inclui três workshops temáticos, simultâneos, nos quais serão identificadas ideias para novos produtos nos sectores olivícola, cárnico e hortofrutícola.

As duas ou três ideias que sairão de cada oficina serão experimentadas no INOV.LINEA até meados de novembro, altura em que se espera apresentar os resultados aos participantes neste seminário. A ideia é dar a possibilidade às entidades de produzir e comercializar produtos sem necessitarem de investir recursos de Inovação e Desenvolvimento (I&D).

Compõem o painel de oradores a Escola Superior de Hotelaria e Turismo do Estoril, a Penhas Douradas Food e Carlos Coelho, da IVITY (Personalidade de Marketing do Ano 2005).

Programa abaixo em anexo.

Uma iniciativa no âmbito do Programa da Rede Rural Nacional (PRRN).

Mais informação e inscrições no site da TAGUS - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior.

Documentos Anexos:

Programa


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]