IN LOCO volta a editar revista REDE

2013-09-24

A nova edição aparece, 13 anos depois do último número, com o subtítulo Reflexões (in)Oportunas.

 

Surge com um novo grafismo mas mantém uma linha editorial apostada em abordar temas e soluções para os problemas que a sociedade enfrenta.

A associação destaca neste novo número a mesa-redonda que juntou Isabel Guerra, João Ferrão e Alberto Melo para debaterem a forma como Portugal chegou à crise que atualmente atravessa, e a participação especial de Salvör Nordal, que relata a forma como a Islândia decidiu enfrentar a crise, distanciando-se das «receitas tradicionais» de outros Estados europeus.

A edição é também uma homenagem ao Miguel Portas, que colaborou com a In Loco na formação de agentes de desenvolvimento no interior do Algarve, em 1987.

 

Saiba mais no site da Associação In Loco.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]