IN LOCO reúne no FSE em Bruxelas

2012-02-28

A associação participou na reunião da Rede Europeia de Aprendizagem sobre o Empowerment e a Inclusão, realizada nos dias 22 e 23 de fevereiro (2012), no FSE, em Bruxelas, para discutir os orçamentos participativos para 2014-2020.

A reunião teve por objetivo discutir a forma de incorporação do empowerment nas medidas que estão a ser equacionadas para o próximo período de programação financeira do Fundo Social Europeu (FSE).

A equipa responsável por esta rede tem como missão a construção de um manual sobre esta matéria, que deverá ser seguido por todas as autoridades de gestão nacionais.

Pela primeira vez, os projetos locais de diferentes países europeus foram selecionados para participar na discussão direta com uma das 13 redes existentes.

Na reunião, em que a Associação IN LOCO participou na qualidade de promotora da Iniciativa Orçamento Participativo Portugal, estiveram em foco três projetos suecos, dois da Bélgica, quatro do Reino Unido, um de Espanha, um de Itália, um da Grécia e o «Programa Escolhas» de Portugal.

O trabalho da IN LOCO com múltiplas autarquias para a promoção de processos de Orçamento Participativo evidenciou o potencial de ação na promoção da participação cidadã dentro das administrações locais. No fundo, trata-se de reforçar a atuação destas estruturas na promoção da emancipação social dos cidadãos, em detrimento das tradicionais políticas de cariz mais assistencialista.

De acordo com os compromissos assumidos em Bruxelas, a Associação IN LOCO ficará responsável pela apresentação de três estudos de caso que irão ilustrar as diferentes possibilidades de promoção do empowerment, um dos quais será sobre a iniciativa Orçamento Participativo Portugal.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]