IN LOCO na Cimeira Rio+20

2012-06-26

2012

A Associação IN LOCO participou na Cúpula dos Povos, coorganizando o encontro «Sustentabilidade e participação + de 20 anos depois».

O encontro, coorganizado em parceria com o Governo Federal do Brasil, teve lugar no auditório da Fundação Getúlio Vargas, no centro do Rio de Janeiro, permitiu a realização de debates muito vivos e interessantes sobre os impactos dos processos de participação dos cidadãos no desenvolvimento dos territórios e da cidadania. Houve também lugar à apresentação do trabalho desenvolvido por várias redes nacionais de Orçamentos Participativos na construção de espaços de democracia local e na qualificação da participação dos cidadãos nas decisões políticas.

A Associação IN LOCO assegurou uma apresentação sobre os cerca de 10 anos de Orçamentos Participativos em Portugal e os seus contributos para o aprofundamento da democracia local e para recuperação da confiança entre políticos e cidadãos.

A convite da Prefeitura de Porto Alegre, no sul do Brasil, a IN LOCO associou-se também à organização da XII Conferência do Observatório Internacional da Democracia Participativa (OIDP), que teve lugar na capital gaúcha, na semana anterior à Cimeira do Rio.

A conferência deste ano foi dedicada ao tema «Democracia nas Cidades e Grandes Transformações Urbanas», tendo sido neste âmbito que a IN LOCO assumiu ma coordenação de um encontro com algumas das melhores experiências de Orçamento Participativo da atualidade, nomeadamente, Porto Alegre, a anfitriã, Rosário, da Argentina, Cascais, de Portugal, que recebeu uma menção honrosa na edição deste ano do prémio OIDP.

A IN LOCO foi ainda convidada a participar num outro encontro para partilhar a sua experiência de formação de autarquias locais em Portugal, Cabo Verde e Moçambique, no âmbito da implementação de processos de Orçamento Participativo.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]