2012-10-03

Arganil, 26 e 27 de Outubro 2012
«Inovar e Empreender» é o lema do congresso organizado pela ADIBER, com o objetivo de iniciar a discussão alargada sobre a futura estratégia de desenvolvimento para a Beira Serra. Programa já disponível.
Numa organização da ADIBER - Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra, em parceria com os municípios de Arganil, Góis, Oliveira do Hospital e Tábua, o III Congresso da Beira Serra irá decorrer no Auditório da Cerâmica Arganilense, em Arganil.
O evento «pretende envolver toda a região para responder com eficácia aos desafios que se colocarão no futuro, nomeadamente o aproveitamento das ajudas a disponibilizar pela União Europeia através da implementação do Quadro Estratégico Comum que estará em vigor durante o próximo período de programação financeira 2014-2020».
Segundo a ADIBER, «num quadro em que será privilegiado o desenvolvimento promovido pelas comunidades locais e em que a Abordagem LEADER continuará a ter uma relevante importância na dinamização e promoção dos territórios rurais, temos a responsabilidade de, localmente, saber encontrar novos modelos de intervenção adequados aos novos problemas e necessidades das populações que vão sendo identificados nas sociedades do séc. XXI».
«A transferência de inovação e conhecimento que garanta o aumento da competitividade económica dos territórios rurais e a promoção da inclusão social e redução da pobreza nestas regiões devem-se constituir como fatores fundamentais para o seu desenvolvimento, reforçando a capacidade de atracão de novos investidores, possibilitando a criação de novos empregos e riqueza que fomentem a fixação de competências e da população jovem mais qualificada», explica o presidente da ADIBER, Miguel Ventura.
Neste contexto, «Inovar e Empreender» surgem como os principais desafios que a Beira Serra tem de assumir para se afirmar como um território em que a criatividade e o saber estará presente no processo de valorização do potencial endógeno, aplicando as capacidades instaladas na transformação deste potencial em oportunidades de negócio com forte componente de valor acrescentado.
Programa disponível no site da ADIBER.
Documentos Anexos:
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]