II Encontro Nacional PROVE 3C

2024-05-23

A ATAHCA organizou no território do Cávado, o II Encontro Nacional PROVE 3C, nos dias 20 e 21 de maio, juntando 90 participantes, entre produtores agrícolas e consumidores PROVE, técnicos e dirigentes de entidades de várias regiões do país, que integram a denominada Rede PROVE, e que trabalham em parceria na temática dos circuitos curtos agroalimentares.

O primeiro dia iniciou-se nas instalações da ATAHCA em Vila Verde, com uma oficina prática sobre como “Identificar, caracterizar e conservar sementes”, da responsabilidade do Banco Português de Germoplasma Vegetal do INIAV, tendo a manhã terminado com a apresentação de um Showcoocking pela equipa do projeto “CÁVADO …COM SABOR”.

À tarde realizaram-se visitas técnicas a explorações agrícolas PROVE em Amares e Braga, onde foram ministradas oficinas práticas sobre temas ligados à agricultura sustentável, nomeadamente a identificação e caracterização de insetos auxiliares e úteis e boas práticas de higiene e segurança alimentar na colheita, pós-colheita e distribuição de produtos hortofrutícolas.

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No dia 21 houve um workshop participativo na junta de freguesia de Caldelas, com a apresentação do projeto de cooperação “3C - Cooperar em Circuitos Curtos”, a testagem da implementação de boas-práticas de Higiene e Segurança Alimentar em algumas explorações agrícolas PROVE do Cávado e do Vale do Sousa, a importância da Saúde do Solo, a visão do PROVE pela voz dos sues consumidores e a Implementação do Sistema Participativo de Garantia nas explorações PROVE.

Os trabalhos foram apoiados por docentes da Universidade Católica do Porto, da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto e da Escola Superior Agrária de Coimbra.

O Encontro integrou-se numa atividade do projeto de cooperação nacional “3C – Cooperar em Circuitos Curtos”, financiado pela Medida LEADER do PDR 2020 e conta com uma parceria de 6 Grupos de Ação Local: ADER-SOUSA, ADREPES, ATAHCA, DUECEIRA, LEADER OESTE e RAIA HISTÓRICA.

Documentos Anexos:

Cartaz


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]