ICNF assinala Dia Mundial de Combate à Desertificação e Seca

2024-06-14

À semelhança de anos anteriores, o ICNF - Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas irá celebrar o Dia Mundial de Combate à Desertificação e Seca de forma regionalizada, com eventos organizados pelos Núcleos Regionais de Combate à Desertificação do Norte, do Centro e do Alentejo.

Os eventos terão lugar nas seguintes datas e locais:

• dia 17 de junho em Vila Nova de Foz Côa – Museu do Côa;
• dia 21 de junho em Vila Nova de São Bento, Serpa – Herdade da Abóbada
• dia 24 de junho no Fundão – Praça do Município

Pode consultar o programa de cada um dos eventos em anexo.

Este ano o Dia Mundial de Combate à Desertificação e Seca, iniciativa das Nações Unidas, tem como slogan "UNited4Land - Nosso Legado, Nosso Futuro". A efeméride, assinalada a 17 de junho, visa chamar a atenção para o futuro da gestão dos solos — o nosso recurso mais precioso — para garantir a estabilidade e a prosperidade de milhões de pessoas em todo o mundo.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]