Grupos de Ação Local do Algarve assinam Protocolo com o CRESC ALGARVE2020

2016-06-08

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Realizou-se a 7 de junho, no auditório da CCDR Algarve, a cerimónia de assinatura de nove protocolos de articulação funcional para a Gestão da Estratégia de Desenvolvimento Local de Base Comunitária, entre os GAL da região e a Autoridade de Gestão do CRESC ALGARVE 2020.

David Santos, presidente da CCDR Algarve e da Autoridade de Gestão do CRESC ALGARVE 2020, afirmou que «o microempreendedorismo no Algarve vai ter acesso, até 2020, a um total de 20 milhões de euros de incentivos provenientes de diversos fundos europeus. Só para os contratos com os Grupos de Ação Local existentes na região foram destinados 8,46 milhões de euros, provenientes do FEDER e FSE, do CRESC ALGARVE 2020».

Dos protocolos assinados destacam-se os estabelecidos com a Associação In Loco, Associação Terras do Baixo Guadiana e Vicentina, gestoras dos DLBC Rurais da região do Algarve.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]