Fórum Finanças Éticas e Solidárias 2016 | Chamada à participação

2015-12-03

Depois do sucesso na 1ª edição do Fórum Finanças Éticas e Solidárias, realizada em 2015 no Porto, a qual juntou mais de trezentos participantes das áreas da economia social e solidária, estão agora a ser dados os passos em direção à 2ª edição do Fórum para 2016, que se irá realizar em Faro, entre os dias 19 e 21 de Fevereiro.

Até 31 de Dezembro está aberta uma “open call”, que lança o desafio às pessoas e organizações para se juntarem à iniciativa, da qual a Associação In Loco é parceira.

O Fórum Finanças Éticas e Solidárias configura-se como um espaço aglutinador de entidades (ONG, associações e outros coletivos, grupos de investigação, etc.) e cidadãs e cidadãos, com interesse na construção de instrumentos financeiros em Portugal, promovendo o encontro, a partilha e a criação de sinergias entre públicos com vontades transformadoras da economia e da sociedade, e potenciando a criação da Banca Ética no país.

As modalidades disponíveis para participação, são:

  • Apresentações - Comunicar em 10 minutos uma ideia, projeto ou iniciativa, assim como lições aprendidas com experiências menos bem-sucedidas.
  • Mostra de Projetos – Dar visibilidade a projetos, iniciativas e redes, com uma pequena banca onde poderá disponibilizar publicações, cartazes, folhetos, produtos, etc.
  • Outras - Propor outras sugestões de participação como oficinas, exposições, atividades, posters, etc.

Os destinatários do FFES são associações, cooperativas, ONG, investigadores/centros de investigação, grupos informais e pessoas com projetos nas áreas de transformação social, ambiente, finanças éticas e solidárias, economia social e solidária.

Saiba aqui como participar.

 


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]