Fórum de Finanças Éticas e Solidárias

2015-01-14

A realizar dias 16 e 17 de janeiro, no Porto, será um espaço aberto ao debate, à reflexão e à mostra de iniciativas, nacionais e internacionais, privilegiando o encontro entre experiências ibéricas e redes europeias na área da economia alternativa e solidária.

O evento – a decorrer no Complexo Intracooperativo da Cooperativa dos Pedreiros – pretende configurar-se como um espaço aglutinador de entidades (ONG, associações e outros coletivos, grupos de investigação, etc.) e cidadãs e cidadãos, com interesse na construção de instrumentos financeiros em Portugal, que ponham a economia ao serviço das pessoas.

Uma organização de "um grupo de pessoas e organizações para quem as Finanças Éticas e Solidárias são um imperativo para uma nova relação com a economia, com o desenvolvimento sustentável, com as organizações e com os territórios”, que “ [privilegia] um outro olhar e uma nova consciência sobre a democracia, a transparência, a sustentabilidade e a responsabilidade social”.

O programa arranca dia 16, sexta, às 18h30, com uma conferência inaugural com intervenções de Fernando Martinho, da Cooperativa dos Pedreiros, e de Boaventura Sousa Santos, entre outros.

No sábado, estão previstos três painéis durante a manhã e uma mesa-redonda à tarde, e, paralelamente, oficinas, mesa de comunicações, mostra de projetos e iniciativas solidárias.

O encerramento dicará marcado pelo Manifesto do Fórum (Carta do Porto).

Programa completo, inscrições (até 14 de janeiro) e toda a informação sobre o evento em http://www.financaseticas.pt/


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]