Fecho do Programa Cidadania Ativa num seminário em três atos

2017-01-17

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O Programa Cidadania Ativa chegou a bom porto. Ao longo de quatro anos, distribuiu sete milhões de euros em apoios, beneficiando diretamente as vidas de mais de 80.000 pessoas por todo o país. Tudo isto e muito mais vai fazer parte do programa do seminário de encerramento marcado para dia 25 de janeiro, na Fundação Calouste Gulbenkian.

Financiado pelo EEA Grants – Mecanismo Financeiro do Espaço Económico Europeu e gerido pela Fundação Gulbenkian, o Cidadania Ativa apoiou, entre 2013 e 2016, 113 projetos, aos quais estiveram associadas 170 Organizações Não Governamentais (ONG) e muitas outras organizações de Portugal, como da Noruega, Islândia e Lichtenstein, isto é, os três países financiadores do EEA Grants. Objetivamente, o programa procurou, por via dos projetos, reforçar os valores democráticos e os direitos humanos, melhorar directamente a capacidade de atuação das ONG, aumentar a advocacia e influência sobre as políticas públicas e fomentar das possibilidades de empregabilidade e inclusão dos jovens, e, em última análise, fortalecer a sociedade civil em Portugal.

O seminário vai estar organizado em três atos. O Ato I, o Resultado, vai ser dedicado à apresentação de um estudo de avaliação do programa, da responsabilidade do IESE – Instituto de Estudos Sociais e Económicos. No Ato II, intitulado a Voz, vão entrar em cena, direta ou indiretamente, vários atores do projeto. Em primeiro lugar, os beneficiários, pela voz dos autores do livro do projeto “Por mais escura que seja a noite… Amanhã é outro dia” que retrata o impacto do programa nas vidas de onze pessoas – a jornalista Inês Rapazote e o fotógrafo José Carlos Carvalho. Depois é a vez de quatro das ONG promotoras de projetos apoiados pelo programa – In Loco, Sociedade Portuguesa da Vida Selvagem, Tese e CooLabora –exporem e debaterem as suas reflexões sobre o impacto do Cidadania Ativa. O terceiro e último ato poderá fornecer pistas para futuras iniciativas. Dá pelo nome de Mensagem, e vai acolher uma conferência sobre “Os direitos humanos e a democracia na Europa atual”, com a participação do Representante para a Europa do Alto-Comissário das Nações Unidas para os Direitos Humanos, Paul d’Auchamp. 

Por último, a entrada é livre.

Consulte o programa do seminário AQUI


Diversificação de atividades económicas

 

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Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

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Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





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