Erasmus + apoia troca de experiências entre artesãos do Ribatejo Interior e da Estónia

2024-05-29

A TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior viu recentemente aprovada a sua candidatura ao programa Erasmus +, pela Comissão Europeia, um  projeto de curto prazo que facilita a mobilidade de alunos e pessoal na educação de adultos, e que irá permitir a troca de experiências entre artesãos de Abrantes, Constância e Sardoal e os pares da Estónia.

O projeto vai dar oportunidades aos artesãos do Ribatejo Interior de aperfeiçoar as suas competências, através do contato com a realidade da Estónia, nas áreas de inovação, digitalização, literacia tecnológica e design, promovendo o intercâmbio de conhecimento entre artesãos e garantindo que o colocam em prática na sua atividade, após a participação dos artificies na Feira de S. Martinho, em Talin (Estónia), entre os dias 7 e 9 de novembro. Será ainda estabelecido um meio de comunicação à distância entre os participantes do território e os da FolkArt - União de Arte Popular e Artesanato da Estónia. 

Esta troca de experiências também irá dotar os artificies de um maior sentido de iniciativa e de empreendedorismo, sensibilizá-los para a interculturalidade, contribuir para melhorar as competências digitais e o nível de conhecimento de línguas estrangeiras, criando na região maior empregabilidade e melhoria das perspetivas de carreira nas artes manuais.

Este projeto insere-se na estratégia dinamizada pela TAGUS, na promoção e valorização das Artes e Ofícios do Ribatejo Interior, que iniciou com a dinamização do AO.RI, apoiado pelo Programa Operacional do Centro (Centro 2020), do Portugal 2020, e cofinanciado pelo Fundo Europeu para o Desenvolvimento Regional (FEDER). As ações destinam-se a contribuir para o reconhecimento das artes e ofícios como meio de preservação da identidade e cultura local, valorização do "saber-fazer" e modernização do artesanato de Abrantes, Constância e Sardoal, de forma que, também, permita alargar a oferta turística ao contribuir para a maior atração de visitantes, e assim dinamizar a economia local, o turismo e o emprego da região.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]