Eleitos os novos Órgãos Sociais para o biénio 2026–2027

2025-12-11

A GRATER – Associação de Desenvolvimento Regional elegeu os seus órgãos sociais para o período 2026–2027, reforçando a representatividade institucional e o compromisso com o desenvolvimento sustentável das ilhas Graciosa e Terceira.

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A presidência da Assembleia Geral será assumida pela Câmara Municipal de Santa Cruz da Graciosa, através de António Reis. A mesa integra ainda a Santa Casa da Misericórdia de Angra do Heroísmo, representada por António Bento Barcelos, como vice-presidente, e a Santa Casa da Misericórdia da Vila de Santa Cruz da Graciosa, representada por Adelaide Teles, como secretária.

No Conselho de Administração, a presidência cabe à Câmara Municipal da Praia da Vitória, representada por Paula Sousa. O órgão conta ainda com dois vice-presidentes: a Câmara Municipal de Angra do Heroísmo, representada por Fátima Amorim, e a Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo por Tiago Ormonde. Completam ainda a equipa Diego Aguiar (Associação de Jovens Agricultores Terceirenses), como tesoureiro, e Mónica Rocha (Cooperativa BioAzórica), como secretária. Os suplentes são Paulo Barcelos (Os Montanheiros) e José Aurélio Almeida (Confraria do Vinho Verdelho dos Biscoitos).

O Conselho Fiscal será presidido por José António Sozinho de Azevedo, representante da Associação Agrícola da Ilha Terceira. Integram ainda o órgão, Luís Correia, da Junta de Freguesia da Luz, e José Almerindo Evangelho Costa. Os suplentes são Luís Vasco Picanço da Cunha (José Tomás da Cunha e Filhos, Lda) e Fátima Rosa (Associação de Pescadores da Graciosa).

Com esta nova composição, a GRATER reafirma o seu compromisso em promover iniciativas de desenvolvimento económico, social e ambiental, com a participação ativa de entidades públicas e privadas dos Açores.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]