Associação de Desenvolvimento do Ceira e Dueça
Morada: Rua General Humberto Delgado, 21
3200-242 Lousã
Tel.: +351 239 995 268 (Chamada para a rede fixa nacional)
E-mail: dueceira@sapo.pt
Site: www.dueceira.pt
Território: Lousã, Miranda do Corvo, Penela e Vila Nova de Poiares
Área: 349,23 Km2
Habitantes: 37.983 hab.
Densidade populacional: 108,76 hab./Km2
Lousã, Miranda do Corvo, Penela e Vila Nova de Poiares
O território é delimitado a Norte pelos Rios Mondego e Alva que definem uma fronteira natural e integram uma rede hidrográfica expressiva composta pelos Rios Ceira, Arouce, Dueça, Alheda, Ribeira de Poiares e ribeiras de menor importância. Todo o território é classificado como Zona de Montanha, sendo o Maciço Montanhoso da Serra da Lousã o que mais contribui para a orografia da região e em que o xisto surge como recurso estimulador de afirmação cultural e elemento de referência. Aproximadamente 14,8% do território é classificado no âmbito das Diretivas da Rede Natura 2000.
A existência de recursos naturais e paisagísticos diversificados e de qualidade propiciam uma paisagem natural de distinção que é complementada pelo património construído de valor histórico, cultural e arquitetónico, com realce para a típica arquitetura serrana.
A utilidade funcional do solo é predominantemente agrícola (86,61% é classificado como solo rural), sendo que preponderante a apetência florestal.
A lógica de povoamento configura uma estrutura tradicional assente numa economia rural dispersa, que acompanha uma expansão da maioria dos aglomerados populacionais, reflexo de realidade socioeconómica ditada pela proximidade a um grande centro urbano, capital regional (Coimbra), para o qual confluem os principais fluxos de procura e aquisição de bens e serviços;
O Mel da Serra da Lousã (cuja composição é predominantemente de néctares da urze autóctone) e a Chanfana são produtos locais certificados.
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]