Divulgados os cinco finalistas do Prémio de Boas Práticas de Participação

2016-01-25

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Foram divulgados a 21 de Janeiro, em Lisboa, os cinco projetos finalistas do Prémio de Boas Práticas de Participação, realizados no âmbito da II Conferência Nacional Portugal Participa.

O prémio, lançado em Outubro de 2015, destina-se aos membros da Rede de Autarquias Participativas, enquanto incentivo à implementação, disseminação e valorização de práticas inovadoras de democracia participativa em Portugal.

O júri constituído por quatro entidades: Associação In Loco, Centro de Estudos Sociais, Agência para a Modernização Administrativa e Observatório Internacional da Democracia Participativa (América Latina, Prefeitura de Porto Alegre), analisou a candidatura de catorze autarquias.

As cinco práticas finalistas e respetivas classificações finais são:

  • Orçamento Participativo Cascais (8,64)
  • Oliveira do Hospital, a Friendly Municipality (7, 57)
  • Orçamento participativo Águeda (7,09)
  • Orçamento Participativo e Orçamento Participativo Escolar Braga (6, 98)
  • Semana de Prestação de Contas de Valongo (6,98)

Segue-se agora a fase da votação pública, que decorre entre 1 de Fevereiro e 18 de Março, através da plataforma de votação Democracy 2.1. Cada uma destas etapas, votação do júri e votação pública, terá um peso de 50% na pontuação final.

Os resultados finais serão divulgados na Conferência Internacional Portugal Participa, que decorrerá em Lisboa, nos dias 12 e 13 de Abril, cabendo ao primeiro classificado a nomeação de melhor prática de democracia participativa em Portugal e ao segundo classificado uma menção honrosa.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]