2015-09-22
200 congressistas reuniram-se a 18 de Setembro no Centro de Cultural de Belém, em Lisboa, para participarem no 1º Congresso Português de Turismo Equestre, organizado pela Associação Nacional de Turismo Equestre (ANTE).
Num dia de grande significado para o setor, foram contadas experiências de vida, divulgadas ações de formação e partilhados os resultados do “Inquérito Nacional ANTE”, sobre a caracterização da oferta numa área que se espera relevante e produtiva. A plateia ficou ainda a conhecer os apoios previstos no quadro da atual programação dos Fundos Europeus e de Investimento - “Portugal 2020”. De manhã o tema abordado foi o “Turismo a Cavalo”, e à tarde foi feita a visita ao novo edifício do Museu Nacional dos Coches e ao novo espaço, no Picadeiro da Ajuda, da Escola Portuguesa de Arte Equestre.
O encerramento do evento foi assinalado por José Veiga Maltez, Presidente de Direção da ANTE, que referiu querer o apoio do Estado, mas não a substituição do papel desta organização na sociedade: «A partir de hoje, com o que aqui assistimos, os atores do Turismo Equestre, sob a ANTE, estão unos, fortes e coesos, devendo, assim, a Tutela connosco referendar as suas intenções e vontades, antes de decidir (…), porque estamos no terreno e não é raro termos maior conhecimento e sensibilidade em relação aos que estão nos “gabinetes”». A sessão contou, entre outros, com a presença da Ministra da Agricultura e do Mar, o Secretário de Estado Adjunto do Vice-Primeiro-Ministro e o representante do Secretário de Estado do Turismo.
A Federação Minha Terra participou no painel relativo aos apoios, apresentando algumas linhas de financiamento que estarão disponíveis no quadro das Estratégias de Desenvolvimento Local dinamizadas pelos Grupos de Acção Local e ilustrando com projetos relacionados com o turismo equestre apoiados no âmbito da Abordagem LEADER do PRODER.
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
Agricultura familiar e agroecologiaCada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. |
O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]