Curso de Democracia Participativa

2013-09-02

Outubro de 2013 a abril de 2014

Contribuir para o conhecimento de metodologias de participação, formar cidadãos e incentivar os poderes locais ao desenvolvimento de novas formas de participação democrática é o objetivo do curso promovido pela Associação In Loco e Câmara Municipal de Cascais.

 

Júris de cidadãos, town meeting, democracia nas empresas, observatórios locais de democracia participativa, debate público, community land trust? São algumas das atividades previstas.

Coordenação do curso Nelson Dias(Associação In Loco) e Simone Júlio (Associação In Loco)

Conselho consultivo David Xavier (Universidade de Lisboa), Giovanni Allegretti (Centro de Estudos Sociais), Isabel Guerra (Centro de Estudos Territoriais), João Ferrão (Instituto de Ciências Sociais).

 

Mais informações e inscrições no site da Associação In Loco, aqui.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]