Combate ao desperdício alimentar discutido em Loulé e S. Brás de Alportel

A primeira sessão de trabalho conjunto entre instituições locais e regionais para o combate ao desperdício alimentar decorreu no passado dia 8 de Julho, no Salão da Assembleia Municipal de Loulé. A iniciativa insere-se no projeto europeu “Don’t Waste Our Future, financiado pela Comissão Europeia. A Associação In Loco é a parceira nacional deste projeto e responsável pela dinamização destas sessões, o projeto conta com mais 7 parceiros de países europeus.

As sessões de trabalho têm como finalidade identificar elementos que possam contribuir para a rastreabilidade do desperdício alimentar nos concelhos de Loulé e São Brás de Alportel, assim como para a construção de uma Carta Europeia de Jovens e de Autarcas neste domínio, que será apresentada no âmbito da Expo Milão, em Outubro deste ano.

A primeira sessão pretendeu identificar os principais constrangimentos existentes no combate ao desperdício alimentar, tais como, as boas práticas que estão a ser implementadas em cada um dos municípios e na região. Aproximadamente 40 pessoas estiveram presentes na discussão, entre os quais os presidentes e técnicos de diferentes áreas de intervenção dos municípios de Loulé e de São Brás de Alportel, Juntas de Freguesia dos dois concelhos, escolas, instituições particulares de solidariedade social e outros serviços e organizações regionais interessados em trabalhar em conjunto pela diminuição do desperdício e a promoção do acesso à alimentação.  

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Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]