Bienal de Turismo de Natureza lança desafio ao Algarve

2019-01-18

Sustentabilidade é o mote da Bienal de Turismo de Natureza 2019 (BTN’19), a decorrer em Aljezur de 22 a 24 de fevereiro. A Vicentina–Associação para o Desenvolvimento do Sudoeste, enquanto promotora do evento, quer provocar a reflexão sobre o desenvolvimento do território da região do Algarve nos próximos anos.

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O encontro vai juntar profissionais do turismo, empresários, decisores públicos, entidades certificadoras e investigadores em torno do setor do Turismo, naquela que é a principal região turística do País. Ao lançar assim um debate profundo e multifacetado sobre a sustentabilidade do turismo, pretende-se assegurar que o tema ocupe no presente e no futuro um lugar de destaque na agenda do desenvolvimento regional.

Convencida do efeito predador de recursos naturais, patrimoniais, humanos e identitários que a indústria do turismo pode provocar e, consequentemente, da importância do planeamento estratégico e da operacionalização de medidas para a sustentabilidade, a Vicentina quer desafiar o Algarve a olhar para um futuro mais sustentável, com especial atenção para as zonas de baixa densidade e áreas protegidas, onde um impacto turístico menos pensado pode causar danos irreparáveis na região.

Do programa da BTN'19 constam, entre outros, um leque de oradores ligados às principais ferramentas de certificação e diretrizes de boas práticas, debates dinamizados através de um conjunto de mesas redondas com intervenientes regionais e nacionais, e mais de 50 oficinas de conhecimento sobre Património Natural e Cultural, Atividades de Turismo de Natureza, Qualificação, Gestão e Certificação.  

A BTN'19 é cofinanciada pelo CRESC Algarve e pelo Município de Aljezur e conta entre outros parceiros a Região de Turismo do Algarve, a Associação In Loco e a Associação Terras do Baixo Guadiana.

Saiba mais em https://btn.pt/


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





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