«Auto da Purificação»

2012-10-26

Palmela, 2012

Cinco semanas, seis adegas. Uma guitarra portuguesa, vários vinhos para provar. É o mote do espetáculo que O Bando leva à cena, numa iniciativa da ADREPES, no âmbito do projeto de cooperação LEADER «Histórias Decantadas».

Purificação é uma aldeia perdida, «onde o vinho é tão banido como bebido, onde a água é tão venerada como esquecida, onde uma fonte é tão necessária como uma pipa!»

Nesta aldeia, «aguadilheiros bochecham e gargarejam recados, enquanto aceitam cálices de vinhateiros disfarçados. Vão desenrolando as suas histórias de abstenção e bebedeira, confundindo abraços e facadas, verdades e ebriedades, políticas e festas, vinhos brancos e águas tintas.»

Os personagens dão a conhecer não só essa aldeia imaginada, como os territórios por onde passam, onde o tempo teatral se alia aos momentos em que o público poderá desfrutar de uma prova de vinhos.

Após a estreia na Adega Cooperativa de Palmela (dia 26 de outubro), o espetáculo estará em cena durante mais quatro fins de semana em cinco adegas da Rota dos Vinhos da Península de Setúbal:

- Sivipa (2 a 4.11);

- Adega de Pegões (9 a 11.11);

- José Maria da Fonseca (16.11);

- Quinta de Alcube (17 e 18.11);

- Venâncio da Costa Lima (23 a 25.11).

Saiba mais no site da ADREPES, aqui.

Em dezembro, o espetáculo - a partir de contos de Vergílio Ferreira, com encenação e cenografia de João Brites e composição musical de Jorge Salgueiro - seguirá em itinerância pelos territórios das associações parceiras do projeto.

O «Auto da Purificação» integra o projeto de cooperação LEADER «Histórias Decantadas», entre as associações de desenvolvimento local ADREPES (Península de Setúbal), ADRIMINHO (Vale do Minho) e ADIRN (Ribatejo Norte), que visa proporcionar às populações e visitantes uma experiência inovadora, cruzando o teatro e o património rural com o turismo, o vinho e a gastronomia local.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]