Assembleia Geral da Federação Minha Terra

2015-12-18

No dia 16 de Dezembro, realizou-se a Assembleia Geral da Federação Minha Terra, com a presença de 32 Associações de Desenvolvimento Local associadas, para apresentação, discussão e votação do Plano de Atividades e Orçamento para 2016. A reunião decorreu no Palácio dos Marqueses da Praia e Monforte, no Parque da Cidade de Loures, acolhida pela A2S, Associação para o Desenvolvimento Sustentável da Região Saloia, que recentemente aderiu à Federação.

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No início dos trabalhos, João Carlos Pinho, presidente da mesa da assembleia propôs um voto de pesar em memória de Pedro Dornellas, presidente da Associação Vicentina, fundador e ex-diretor da Federação Minha Terra, que faleceu em Novembro.

Introduzindo o plano de atividades, a presidente da direção, Regina Lopes, destacou que 2016 será um ano crucial na vida dos associados, em particular com o arranque de um novo período de programação no terreno, com novos desafios que se lançam ao movimento do desenvolvimento local, nomeadamente nos territórios rurais. O plano de atividade para 2016, aprovado por unanimidade, desenvolve-se em torno de quatro linhas estratégicas de intervenção: i) o acompanhamento e encerramento dos programas do ciclo 2007 – 2013; ii) a preparação e o arranque do Portugal 2020, iii) o desenvolvimento e implementação de um plano de qualificação com os associados e; iv) a comunicação, visibilidade e capitalização dos resultadosdas atividades da Minha Terra e seus associados.

Com um agradecimento à A2S, pelo excelente acolhimento e apoio prestado, os associados reuniram-se num jantar de convívio na aldeia de A-das-Lebres, em Loures.

 


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]