ARDE

Associação Regional para o Desenvolvimento

Morada: Rua Manuel Inácio Correia n.º 73 – 1.º Dto.

9500-087 Ponta Delgada

Tel.: +351 296 281 133/4 (Chamada para a rede fixa nacional)

E-mail: geral@arde.pt 

Site: www.arde.pt

 

Território: Ponta Delgada e Vila do Porto

Área: 328,99 Km2

Habitantes: 74.361 hab.

Densidade populacional: 226,02 hab./km2

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Ponta Delgada e Vila do Porto

O território de intervenção do GAL abrange a ilha de Santa Maria (na totalidade) e o concelho de Ponta Delgada (à exceção das freguesias do núcleo urbano) da ilha de São Miguel, da Região Autónoma dos Açores.

Os solos férteis, de origem vulcânica, aliados ao clima ameno durante todo o ano, estabelecem condições edafoclimáticas ideais para a prática agrícola. Em Ponta Delgada e Vila do Porto, as pastagens permanentes e as hortas familiares são as culturas predominantes, quer em explorações, quer em área ocupada, seguindo-se a vinha, batata, leguminosas secas, citrinos e frutos subtropicais. A produção de leite constitui uma fatia importante da produtividade.

O turismo é uma das atividades com maior potencial para a região, registando-se um aumento significativo do número de dormidas, principalmente por parte do visitante português.

A atratividade do território assenta sobretudo na forte componente ambiental, justificada pela Paisagem Protegida das Sete Cidades (São Miguel) e as reservas naturais das baías dos Anjos, São Lourenço, Maia e Praia (Santa Maria).

No capítulo do património construído assume especial importância a construção de carácter religioso, designadamente os Impérios do Divino Espírito Santo – um dos traços mais marcantes da identidade açoriana.

Em Santa Maria, núcleos como Lugar dos Anjos, São Lourenço e Maia constituem os povoados de maior expressão turística. Também aqui, a arquitetura religiosa desempenha um papel importante, com as suas belas igrejas e ermidas.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]