Apoio aos Empreendedores em Meio Rural Norte

2017-01-25

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Aceitam-se inscrições na grande rede regional de negócios de empreendedores, micro e pequenos empresários em busca de apoio técnico especializado à criação, estruturação e dinamização dos seus projetos, à resolução de pormenores técnicos específicos, nos processos de licenciamento ou ainda na identificação de fontes de financiamento. Basta, para isso, aceder à página do projeto EMER-N – Empreendedorismo em Meio Rural na região Norte e preencher o formulário online.

Em primeira e última análise, o projeto visa o reforço da competitividade das PME, a valorização e promoção das economias locais, a revitalização do conhecimento e dos saberes locais e regionais, contribuindo assim para a fixação da população local.

Os princípios metodológicos do projeto assentam numa metodologia direcionada para a resolução de problemas e num acompanhamento permanente, através da figura de um mentor/facilitador conhecedor do território e da rede institucional. Além disso, o EMER-N tem a faculdade de aceder a competências instaladas no território, a consultoria especializada de investigadores de instituições de ensino superior e a uma rede institucional de apoio ao empreendedor, constituída pelos principais atores associativos regionais.

O EMER-N abrange 85 municípios da região Norte e tem como beneficiários do projeto duas associações empresariais – In.Cubo/ACIBTM e IET – Instituto Empresarial do Tâmega, três instituições de ensino superior – UTAD, Institutos Politécnicos de Viana do Castelo e de Bragança, e nada mais, nada menos que dez associações de desenvolvimento local (ADL) da região Norte – ADER-SOUSA, ADRAT, ADRIMAG, ADRIMINHO, ADRITEM, ATAHCA, CORANE, DESTEQUE, DOLMEN e DOURO SUPERIOR.

Entretanto oito associações supramunicipais – CIM Douro, CIM Terras de Trás-os-Montes, CIM Alto Tâmega, CIM Ave, CIM Alto Minho, CIM Tâmega e Sousa e a Área Metropolitana do Porto – juntaram-se ao projeto.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]