«Alfabeto do Desenvolvimento - Conceitos, Histórias, Imagens»

2012-09-24

Lisboa, 3 de outubro de 2012

Um livro/catálogo, uma exposição, um instrumento de trabalho, resultado de uma parceria ACEP, CEsA e Associação IN LOCO, serão apresentados dia 3 de outubro, em Lisboa.

O lançamento está programado para as 18h no CIUL - Centro de Informação Urbana de Lisboa - Picoas Plaza, Rua Viriato, 13-17. Apresentação a cargo de Emílio Rui Vilar.

A publicação, reunindo mais de meia centena de autores, apresenta-se como «uma proposta de olhares reflexivos sobre o mundo e também fragmentos diversos de história recente».

«Cada letra uma porta para um tema, apresentado por um investigador, um jornalista e um fotógrafo, permitindo cruzar formas diferentes de formar, informar, comunicar, influenciar».

Um projeto da ACEP - Associação para a Cooperação Entre os Povos, CEsA - Centro de Estudos sobre Africa e do Desenvolvimento e Associação IN LOCO.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]