ADREPES apresenta EDL 2014-2020 e nova imagem institucional

2014-12-05

A apresentação realizada dia 4 de dezembro, em Sesimbra, contou com a participação especial do Teatro O Bando.

O cineteatro João Mota, em Sesimbra, encheu-se para conhecer a Estratégia de Desenvolvimento Local (EDL) Península de Setúbal para 2014-2020 elaborada pela associação que aproveitou o momento para surpreender a plateia com a nova imagem institucional da ADREPES - Associação para o Desenvolvimento Regional da Península de Setúbal.

O documento foi apresentado pela coordenadora da associação, Manuela Sampaio, destacando que esta é a estratégia geral para a Península de Setúbal que resulta de um conjunto de iniciativas que envolveram os agentes do território e dará origem às estratégias a apresentar nas candidaturas ao DLBC Rural, Costeiro e Urbano.

A apresentação foi antecedida por um painel sobre Instrumentos de financiamento do Desenvolvimento Local de Base Comunitária. Em foco estiveram o Programa Operacional Região de Lisboa, numa comunciação de Ana Barata e Silva da Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional de Lisboa e Vale do Tejo, o Programa de Desenvolvimento Rural para 2014-2020 (PDR 2020), do Continente, abordado por Manuel Granchinho do Gabinete de Planeamento e Políticas (GPP), e o Programa Operacional Mar 2020, apresentado pelo Gestor do PROMAR, Rodrigo Brum, e Rita Pamplona da Direção Geral dos Recursos Marítimos.

A sessão de abertura, contando com a presença da presidente da ADREPES, Isabel Conceição, do presidente do Instituto Politécnico de Setúbal, Pedro Dominguinhos, e do presidente da Câmara Municipal de Sesimbra, Augusto Pólvora, ficou marcada com uma "intervenção" do Teatro O Bando, num espetáculo ilustrativo do peso dos procedimentos administrativos na execução dos projetos de vida dos empreendedores.

Os trabalhos encerraram com “Os rostos de um percurso”, numa homenagem à equipa e elementos da direção da ADREPES.

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Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





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