ADL debatem os desafios do DLBC no horizonte de 2020

2015-07-03

Representantes das 47 Associações de Desenvolvimento Local (ADL) de Portugal Continental federadas na Minha Terra reuniram-se a 2 de julho, em Fátima para analisar e debater os desafios do Desenvolvimento Local de Base Comunitária no horizonte de 2020.

 

No período da manhã, os trabalhos centraram-se numa reflexão participada sobre a estruturação e respostas a encontrar no seio do movimento associativo das ADL e ainda sobre alguns aspetos pendentes relativamente ao encerramento do período de programação que agora termina [2007 - 2013], em particular a Abordagem LEADER no PRODER (Programa de Desenvolvimento Rural do Continente).

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À tarde, contando com a participação de outras entidades qualificadas para responder ao convite para apresentação de candidaturas para a selecção  das Estratégias de Desenvolvimento Local (EDL e reconhecimento dos Grupos de Ação Local (GAL), os participantes realizaram uma análise critica deste processo de candidatura com destaque para limitações de ordem metodológica e orçamental e para a necessidade de aprofundamento do trabalho já realizado pelas parcerias locais durante a fase de pré-qualificação.

Por fim, os cerca de 80 participantes, identificaram linhas de ação que beneficiam de trabalho em comum, com destaque para as temáticas e pistas para estabelecimento de projectos em cooperação, enquanto ferramenta de apoio à implementação das EDL, uma vez que permite encontrar soluções para ultrapassar dificuldades dos territórios a vários níveis.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]