ADL debatem desenvolvimento local na programação 2014-2020

2013-04-18

2013

O workshop, organizado pela Federação MINHA TERRA, com apoio do Programa para a Rede Rural Nacional (PPRN), juntou 57 participantes, em representação de 42 Associações de Desenvolvimento Local (ADL), na Escola Superior Agrária de Elvas, dia 11 de abril.

A preparação da programação do Desenvolvimento Local de Base Comunitária no período 2014-2020 foi o principal objetivo do encontro que, dando sequência aos trabalhos que a MINHA TERRA tem vindo a desenvolver no último ano, privilegiou a partilha de informação e a reflexão conjunta.

Iniciando-se com o ponto de situação sobre as negociações do Quadro Estratégico Comum (QEC) e Acordo de Parceria (a celebrar com a Comissão Europeia) para 2014-2020, o programa centrou-se na análise e reflexão sobre a matriz base de enquadramento da atividade das ADL na programação 2014-2020, operacionalizada em três grupos de trabalho.

A promoção da inovação local e de ações de qualificação escolar e profissional, a preservação, conservação e valorização dos elementos patrimoniais locais, a consolidação do tecido associativo local, o apoio às respostas sociais de proximidade, inclusão social e luta contra a pobreza, o apoio à economia local, a criação de circuitos curtos, a promoção do empreendedorismo, a cooperação LEADER para o desenvolvimento e inovação, o desenvolvimento de ações de animação territorial e capacitação institucional foram alguns dos aspetos discutidos.

A análise crítica da matriz, ao nível dos subprogramas, ou grandes eixos, e das ações/medidas, pretende dar resposta a algumas questões concretas, relacionadas com a tipologia de projetos e de investimentos, os beneficiários, montantes e elegibilidades.

A proposta nacional da MINHA TERRA ressalva ainda questões críticas referentes à negociação multifundos: fronteiras e aderência ao DLBC (Desenvolvimento Local de Base Comunitária), os montantes de referência das Estratégias Locais de Desenvolvimento (ELD), o reforço das parcerias e das competências das equipas.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]