ADL, ADRIMAG e LEADEROESTE na Fruit Logistica

2012-02-16

2012

A presença conjunta dos GAL no espaço Portugal Fresh, numa ação de apoio a organizações dos seus territórios - enquadrada na cooperação LEADER -, superou todas as expectativas.

A participação da ADL - Associação de Desenvolvimento do Litoral Alentejano, ADRIMAG - Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Serras do Montemuro Arada e Gralheira e LEADEROESTE - Associação para o Desenvolvimento e Promoção Rural do Oeste na Fruit Logistica 2012, que decorreu de 8 a 10 de fevereiro, em Berlim, deu seguimento às ações do projeto de cooperação «Missão Hortofrutícola», no âmbito da Medida 3.4 LEADER do PRODER.

De encontro aos objetivos do projeto, os GAL apoiaram organizações de fileira relevantes nos seus territórios, através da Associação de Horticultores do Sudoeste Alentejano (ASA), da Mirtilusa, da Associação de Produtores de Pera Rocha (ANP) e da Associação Interprofissional de Horticultura (AIHO).

Para a parceria, «o objetivo foi plenamente atingido», «superando as melhores expetativas», «tendo sido realizados centenas de contactos das mais diversas proveniências». As organizações apoiadas pelos GAL manifestaram o interesse em participar em futuras edições, «uma vez que o efeito de alavancagem do apoio prestado pelos GAL foi considerado indispensável no sucesso da mesma».

Os GAL integraram a presença portuguesa no certame - uma das maiores feiras do setor das frutas e legumes - no espaço da Portugal Fresh - Associação para a Promoção das Frutas, Legumes e Flores de Portugal (entidade organizadora).

Este ano, Portugal reforçou a presença em Berlim, com a participação de 35 empresas em 22 stands, conquistando um espaço de 342 m2, numa localização mais favorável, junto do stand do Brasil.

O programa do stand coletivo de Portugal na Fruit Logistica incluiu a visita oficial da ministra da Agricultura, do Mar, do Ambiente e do Ordenamento do Território, Assunção Cristas, que anunciou que as exportações de frutas e legumes cresceram 10 por cento nos últimos dois anos, devendo atingir este ano os mil milhões de euros, valores que demonstram o «dinamismo do setor».

A ministra acrescentou ainda que «está a ser elaborado um roteiro para a internacionalização e a afirmação de Portugal, nomeadamente em mercados novos» que deverá ser conhecido no final de março.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]