ADIBER elege órgãos sociais 2013-2014

2013-01-02

Tomada de posse, 10 de janeiro, em Góis

Miguel Ventura foi reeleito para a presidência da ADIBER. O plano proposto para os próximos dois anos reafirma a vontade da associação em "combater a resignação e o pessimismo, continuando a bater-se por uma região coesa, unida e empreendedora".

Na Assembleia-geral, realizada dia 28 de dezembro, Miguel Ventura referiu que «o plano proposto representa a vontade e o querer da Direção da ADIBER em dar continuidade e aprofundar os valores e princípios sob os quais sempre norteou a sua atividade e através dos quais tem sido possível concretizar um projeto de desenvolvimento local na Beira Serra.»

Nos próximos dois anos, a ADIBER - Associação de Desenvolvimento Integrado da Beira Serra não pretende apenas dar sequência ao trabalho iniciado em anos anteriores, mas «cumprir com o que foram algumas das conclusões do III Congresso da Beira Serra, realizado em outubro de 2012 em Arganil.

«As pessoas e o potencial humano continuarão a estar no centro das prioridades da ADIBER, sendo fundamental que estas possam usufruir das oportunidades existentes, através das quais possam ver melhorada a sua qualidade de vida e o seu bem-estar, condições essenciais para promover a sua fixação neste território. «

A ADIBER quer «contribuir para reforçar a coesão e a união entre os municípios que integram este território, explorando o potencial que os mesmos possuem, através da experiência e cumplicidades já adquiridas, que tão bons resultados têm apresentado. Através desta articulação, que colocou a região a falar a uma só voz, tem sido possível aumentar a escala e o seu poder reivindicativo, com as vantagens daí decorrentes ao se darem fundamentos para a obtenção de meios suplementares, essenciais à satisfação das necessidades das populações locais.»

O ano de 2013 deverá ficar marcado pela preparação do novo Quadro Estratégico Comum 2014-2020 e pela resposta da Beira Serra aos desafios colocados pela União Europeia, para promoção do Desenvolvimento Rural, no que se refere à aplicação da metodologia LEADER, agora através da abordagem denominada «Desenvolvimento Promovido pelas Comunidades Locais».

«Temos consciência de que o momento atual não é o mais favorável, as necessidades aumentam nestas circunstâncias e os meios disponibilizados para a sua satisfação reduzem proporcionalmente, o que implicará o exercício de uma gestão ainda mais rigorosa, de modo a que os efeitos decorrentes das maiores dificuldades possam ser minimizados."


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]