ADDLAP

Associação de Desenvolvimento do Dão, Lafões e Alto Paiva

Morada: Rua dos Loureiros, 16 r/c

3500-148 Viseu

Tel.: +351 232 421 215 (Chamada para a rede fixa nacional)

E-mail: addlap@addlap.pt

Site: www.addlap.pt

 

Território: Dão, Lafões e Alto Paiva

Área: 1.119,98 km2

Habitantes: 99.158 hab.

Densidade populacional: 88,54 hab./km2

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Dão, Lafões e Alto Paiva

O território do GAL ADDLAP, abrangendo cinco concelhos pertencentes ao distrito de Viseu – Oliveira de Frades, São Pedro do Sul, Vila Nova de Paiva, Viseu e Vouzela – região Centro – apresenta um conjunto de fatores diferenciadores que concorrem para a sua afirmação como espaço de múltiplas oportunidades.

Caracterizando-se por ser um território de montanha, influenciado pela Serra da Gralheira (concelho de São Pedro do Sul), Serra de Leomil (Vila Nova de Paiva) e Serra do Caramulo a sul (Oliveira de Frades), é um território densamente irrigado. Os rios Vouga, Paiva e Dão são as linhas de água mais representativas. A região tem ainda dois espaços que integram a Rede Natura, como Sítios de Importância Comunitária pertencentes à região biogeográfica mediterrânica: o Sítio do Rio Paiva (Vila Nova de Paiva) e o Sítio do Cambarinho (Campia – Vouzela) que alberga uma das maiores populações nacionais de loendros.

Neste território encontra-se um dos principais centros da rede urbana nacional e regional – a cidade de Viseu, com fortes interdependências aos espaços envolventes caracteristicamente rurais ou, pela força das dinâmicas urbanas que extravasam os limites da cidade, se assumem cada vez mais como “rurbanos”. A realidade aqui encontrada é o exemplo evidente das novas lógicas de organização e funcionalidade dos padrões de apropriação humana, nas quais se encontram exemplos como o rural industrializado, o rural não agrícola das áreas de segunda ou de primeira residência dos que trabalham na cidade, o rural profundo onde tudo parece permanecer desde a origem ou ainda o rural da base económica especializada.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]