Abordagem LEADER no Alentejo Central

2014-01-22

O MONTE, ACE promoveu, a 17 de dezembro, uma sessão para apresentação aos parceiros dos resultados alcançados na dinamização da Abordagem LEADER no Alentejo Central, no período de 2009-2013, e dos momentos-chave dos trabalhos de preparação da Estratégia Local de Desenvolvimento para 2014-2020.

O evento, que decorreu no Pavilhão Multiusos de Arraiolos, contou com a participação dos membros dos órgãos sociais e das 27 entidades que formam a parceria territorial, a que se juntaram novas organizações.

A apresentação, a cargo da equipa técnica do GAL, deu conta das principais características dos 209 projetos aprovados que compreendem a dinamização direta de um investimento na ordem dos 23,6 milhões de euros a que corresponde um apoio do SP 3 PRODER de mais de 14 milhões de euros.

O impacto em termos de emprego direto criado e mantido, a distribuição geográfica do investimento nos 10 concelhos do Alentejo Central, o crescimento de 15 por cento na oferta de alojamento em turismo rural em toda a região Alentejo, além do apoio a mais de 60 IPSS na consolidação e diversificação dos serviços prestados às populações, foram aspetos apresentados e discutidos com os parceiros.

Num segundo momento, de apresentação dos momentos-chave dos trabalhos para preparação da Estratégia Local de Desenvolvimento para 2014-2020, o presidente do Monte, Mário de Deus, lançou o desafio para a reformulação do modelo de organização da parceria territorial.

Os parceiros manifestaram a sua vontade em manter a sua participação na parceria territorial, tendo ficado acordado discutir no início de 2014, o modelo de governação da pareceria territorial que deverá sustentar a proposta a apresentar para o programa de agricultura e desenvolvimento rural.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]