3º Encontro CNO ADRIMAG

2011-11-01

As questões emergentes da atualidade no panorama da educação e formação de adultos estiveram no centro dos diversos painéis de debate do encontro, promovido pela ADRIMAG, no dia 21 de outubro, em Arouca.

Subordinado ao tema «Novas Oportunidades: Mais Futuro, Melhores Profissionais», o 3º Encontro de Centros Novas Oportunidades da ADRIMAG - Associação de Desenvolvimento Rural Integrado das Serras do Montemuro Arada e Gralheira teve por principal objetivo avaliar o impacto dos Centros Novas Oportunidades (CNO) na sociedade, nomeadamente na promoção de igualdade de género e na qualificação de profissionais.

Pretendendo também assumir-se como um espaço de reflexão e discussão do papel do candidato enquanto cidadão e promotor da sua formação ao longo da vida, o encontro contou com diversos painéis de debate e o testemunho de um adulto em processo de RVCC.

Na sessão de abertura, o presidente da Câmara Municipal de Arouca e da Direção da ADRIMAG, Artur Neves, e o coordenador do CNO da ADRIMAG, João Carlos Pinho, deram ênfase ao papel da Iniciativa Novas Oportunidades como promotora de desenvolvimento local, regional e nacional.

A igualdade de género e o papel dos CNO na sua promoção; o papel da iniciativa Novas Oportunidades como promotora da valorização pessoal, desenvolvimento de competências de literacia e reconhecimento das competências; e o futuro da Iniciativa foram os temas abordados nos três painéis.

Quanto ao futuro foram apontados alguns indícios: traduzir o RVCC como uma medida de educação de adultos, fazendo um trabalho ainda melhor em cada fase deste processo, aumentando os níveis de rigor e credibilidade; abertura para outros públicos, mesmo que recorrendo a metodologias diferentes, como a formação de competências básicas e modalidades de formação não formais (como o Plano Nacional de Leitura, por exemplo), o que requer, ainda, uma diversificação do Sistema Nacional de Qualificações.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]