332 aldeias candidatas às 7 Maravilhas®

2017-03-20

Dia 14 de março terminou o prazo de submissão às 7 Maravilhas de Portugal® – Aldeias. Feitas as contas, há 446 candidaturas de 332 aldeias. A região mais representada, com 159 aldeias, é o Centro, e a categoria Aldeias Rurais recolhe o maior número de propostas. A partir desta semana e até 31 de março, o Painel de Especialistas vai ter de selecionar 49 aldeias pré-finalistas, que vão ser divulgadas a 7 de abril, na Aldeia da Pena, em S. Pedro do Sul.

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O processo de escolha das 49 aldeias vai ser auditado pela empresa de auditoria, consultoria e fiscalidade PwC Portugal, responsável pela análise e aperfeiçoamento do Regulamento, e garante, em última análise, da idoneidade e fiabilidade dos resultados do projeto.

O Painel de Especialistas convidado pela organização é constituído por um grupo alargado de sete elementos por região – historiadores, especialistas em conservação da natureza, jornalistas e especialistas em turismo. Organizado por regiões vai proceder ao voto secreto das sete melhores aldeias em cada uma das sete categorias, para obter no fim um total de 49 aldeias pré-finalistas.

Feita a votação dos peritos, o processo é auditado pela PwC e os resultados validados pelo Conselho Científico. O Conselho Científico, composto pelo Ministério da Agricultura, Unidade de Missão para a Valorização do Interior, Turismo de Portugal, ICNF, Centro Nacional de Cultura, Associação Portugal Genial e Federação Minha Terra, é um órgão de apoio à organização. Cabe-lhe zelar pelos aspetos qualitativos do concurso e pelo desempate se for caso disso.

Os resultados da votação vão ser divulgados em conferência de imprensa, agendada para 7 de abril, na Aldeia da Pena, em S. Pedro do Sul. 

As 322 aldeias candidatas podem ser vistas na página de facebook das 7 Maravilhas.

Para mais informações: www.facebook.com/7maravilhas | www.7maravilhas.pt

 


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]