TAGUS dinamiza laboratórios de turismo equestre e industrial

2019-01-10

TAGUS – Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior vai acolher dois laboratórios de empreendedorismo turístico, no dia 29 de janeiro. Depois de uma manhã dedicada à fileira das atividades equestres na região, a tarde abordará o desenvolvimento de iniciativas turísticas relacionadas com a indústria atual e histórica da região.

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Integrados no projeto “Médio Tejo – Vive o Empreendedorismo”, os laboratórios de empreendedorismo turístico "moovOn" pretendem atrair os agentes locais para a área do turismo através da promoção do debate e da reflexão em torno das oportunidades, constrangimentos e desafios da criação de novas empresas, negócios, parcerias, marcas, serviços e redes dentro de um setor complexo e essencial para a economia regional e nacional.

O “moovOn – Laboratórios de Empreendedorismo Turístico do Médio Tejo” é promovido pela Comunidade Intermunicipal do Médio Tejo (CIMT) em parceria com os Grupos de Acção Local (GAL) TAGUS, ADIRN  e PINHAL MAIOR, e financiado pelo Programa Operacional Regional do Centro (Centro 2020), no eixo do SIAC - Sistema de Apoio a Acções Colectivas – Promoção do Espírito Empresarial, através do Fundo Europeu de Desenvolvimento Regional.

Estas iniciativas em curso na região são conduzidas pela IDTOUR, spin-off da Universidade de Aveiro, especializada no desenvolvimento de soluções inovadoras, técnica e cientificamente sustentadas, para organizações e empresariais do sector do turismo.

A TAGUS, localizada na Rua D. António Prior do Crato, junto ao IEFP – Instituto de Emprego e Formação Profissional de Abrantes, recebe inscrições para os dois laboratórios até 25 de janeiro, através dos contactos de telefone 241 106 000, de telemóvel 91 258 69 33 ou de email joana.maia@tagus-ri.pt.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]