RIBALOCAL

Associação de Desenvolvimento Local

Morada: Zona Industrial do Monte da Barca - Observatório do Sobreiro e da Cortiça Lt 41

2100-051 – Coruche

Contactos:

João Falcão: 917 297 911

Maria Prestes: 961 454 265

Filipa Martins: 961 454 261

Email: geral@ribalocal.pt 

Site: https://ribalocal.pt/

 

Território: Almeirim, Alpiarça, Chamusca, Benavente, Coruche, Golegã e Salvaterra de Magos

Área: 3 029 km2

População: 111 588 hab

Densidade populacional: 36,8 hab/km2

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A Ribalocal – Associação de Desenvolvimento Local, associação sem fins lucrativos, constituída a 10 de julho de 2023, com o intuito de concretizar a Estratégia de Desenvolvimento Local nos concelhos Coruche, Salvaterra de Magos, Benavente, Almeirim, Alpiarça, Chamusca e Golegã, representa uma região rural com um vasto património cultural e natural.

Situada nos vales do Rio Tejo e Sorraia, esta região dispõe de solos férteis para atividades agrícolas, sendo esta a principal atividade económica. A nível nacional, integra as áreas protegidas do Estuário do Tejo (Benavente) e o Paúl do Boquilobo (Golegã). Destacando-se ainda a nível local os açudes do Monte da Barca e da Agolada (Coruche). Estas áreas juntamente com as atividades radicais, passeios de barco pelo rio, balonismo, e atividades equestres e taurinas promovem o turismo na região.

É marcada não só pelo património, como é exemplo a igreja matriz da Golegã de traça manuelina, a Casa dos Patudos de cariz revivalista em Alpiarça e a Casa do Moscadim na Chamusca, mas também pelas tradições e festividades ribatejanas, tais como a feira nacional do cavalo na Golegã, a Festa do Foral, dos Toiros e do Fandango em Salvaterra de Magos, a Festa da Amizade – Sardinha Assada em Benavente e o Festival da Sopa da Pedra em Almeirim.

A nível cultural destacam-se o museu municipal de Coruche e o museu municipal de Benavente que estão integrados na rede nacional de museus. A nível gastronómico destacam-se o azeite e a carne (DOP), os vinhos (DOC) e o Arroz Carolino (IGP).


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]