Reforço do Apoio ao Investimento Territorial na Reprogramação do PT 2020

2018-12-20

No dia 11 de dezembro, Mário Fidalgo, diretor executivo da AD ELO - Associação de Desenvolvimento Local da Bairrada e Mondego, em representação da Abordagem DLBC – Desenvolvimento Local de Base Comunitária, participou numa mesa redonda dedicada ao “Portugal 2020 e Investimento territorial de proximidade”, onde sublinhou que as abordagens territoriais de cariz bottom-up são suportadas por parcerias locais, compostas por entidades representativas desses territórios e das suas especificidades – mais de 2000 no seu todo, onde se incluem quase todos os municípios e os diferentes agentes locais. Acrescentou que as medidas que estão ao alcançe dos pequenos promotores pressupõem projetos de natureza local e de pequena dimensão onde se justifica e destaca a abordagem de proximidade e a adequação às especificidades locais. "A existência de uma diversidade de promotores, de pequena escala, por vezes sem massa crítica para a realização de candidaturas, torna imperiosa a existência destas estruturas locais que, num sentido de proximidade, permite trazer para o universo do Portugal 2020 entidades que, sem este apoio, muito dificilmente teriam essa possibilidade.”

A mesa redonda moderada pelo secretário de Estado das Autarquias Locais, Carlos Miguel, contava também com Ana Abrunhosa (Programa Operacional Centro 2020), Fernando Freire de Sousa (Programa Operacional Norte 2020), Paulo Batista Santos (presidente da Câmara Municipal da Batalha) e José Maria Costa (presidente da Câmara Municipal de Viana do Castelo e da CIM – Comunidade Intermunicipal do Alto Minho), estava integrada na sessão “Reforço do Apoio ao Investimento Territorial – Aprovação da Reprogramação do Portugal 2020”, que decorreu no Convento de São Francisco, em Coimbra.

O Ministro do Planeamento e das Infraestruturas, Pedro Marques, encerrou esta sessão referindo que a reprogramação do Portugal 2020 permite apoiar mais a qualificação dos portugueses, desde o ensino de adultos ao ensino profissional, ao investimento na inovação e na criação de emprego por parte das empresas. Acrescentou ainda que cerca de 1700 milhões de euros servirão para serem aplicados no interior, na baixa densidade, com vista ao reequilíbrio das condições de oportunidade para a fixação das populações.

 


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]