Real Companhia do Cacau

Montemor-o-Novo

O Palacete de Amoreira da Torre, do final do séc. XIX, situado no centro histórico de Montemor-o-Novo, seria “apenas” uma segunda habitação, não fosse Moisés Gama apaixonar-se pela história do local, onde teve lugar, em 1495, uma reunião de Cortes, marcada pelo empreendimento planeado por D. João II para descobrir uma rota marítima para a Índia.

Pretendendo tirar partido desta forte componente identitária, Moisés Gama apostou inicialmente na criação de uma unidade de turismo de habitação, aprovada em 2011 pelo MONTE, ACE, e, mais tarde, em complementaridade, numa fábrica de chocolate, também candidatada ao apoio LEADER do PRODER, a Real Companhia do Cacau.

Oferecer aos hóspedes do Palacete uma chávena do “melhor chocolate quente” ou uma relaxante massagem com chocolate, explorando os benefícios da chocoterapia, são apenas algumas das ideias de partida do promotor, que fez um périplo pela Europa para visitar fábricas e aprender a arte de confecionar chocolates premium com inesquecíveis sabores.

O investimento realizado, ao nível das obras de adaptação do espaço fabril, contíguo à unidade de turismo, aquisição de maquinaria, de grande qualidade e capacidade produtiva (150 kg/hora), embalagem e design do produto, deixa Moisés Gama bastante entusiasmado e otimista face a este negócio, “extremamente interessante”, em franco crescimento.

Mais informações em http://rcc.com.pt/.

Investimento total: 299.731,14 EUR

Comparticipação LEADER: 60%

Postos de trabalho criados: 2

Projeto apoiado pelo Grupo de Ação Local MONTE, no quadro da Abordagem LEADER do PRODER, divulgado no Jornal Pessoas e Lugares nº 17 publicado em Outubro de 2014.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]