MONTE

Desenvolvimento Alentejo Central, A.C.E.

Morada: Rua Joaquim Basílio Lopes, 1

7040-066 Arraiolos

Tel.: +351 266 490 090 (Chamada para a rede fixa nacional)

E-mail: monte@monte-ace.pt

Site: www.monte-ace.pt

 

Território: Alentejo Central

Área: 5.279,4 km2

Habitantes: 104.693 hab.

Densidade populacional: 20 hab./km2

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Alentejo Central

Alandroal, Arraiolos, Borba, Estremoz, Évora, Montemor-o-Novo, Redondo, Reguengos de Monsaraz, Vendas Novas e Vila Viçosa. Os 10 concelhos, do distrito de Évora, integram o território de intervenção do GAL MONTE.

Território de grandes amplitudes e extensões, caracterizado por imensos campos de montado onde domina a azinheira, o sobreiro e o olival. Na paisagem sobressaem isolados os aglomerados rurais, em geral de pequena dimensão e dominados pela cor branca das casas. A gente desta região vive (ainda) muito voltada para dentro de suas casas e aldeias, protegendo-se das altas temperaturas. Habituada a um certo isolamento e a décadas de pobreza, tornou-se profundamente criativa na gastronomia, cultura, poesia, e cante.

Nos anos mais recentes, passou a ser uma região de eleição pelo seu vinho, enchidos de porco preto, azeite e pastas de azeitona, e pão, mas também pela paz (calma) das suas aldeias e recursos naturais que oferece, hoje fortemente influenciados pelo grande lago do Alqueva.

Com 653m de altitude, a Serra de Ossa é o sistema montanhoso de maior importância do território. Reguengos de Monsaraz é um concelho especialmente rico em vestígios megalíticos e Montemor-o-Novo sobressai ao nível do património arqueológico, com o sítio do Escoural.

Parte do território de intervenção do GAL pertence à Rede Natura 2000, entre Zonas de Proteção Especial, Zonas Especiais de Conservação e Áreas Importantes para Aves.

No artesanato sobressaem os famosos tapetes de Arraiolos, as mantas de Reguengos, a cerâmica do Redondo e de São Pedro do Corval, o figurado de Estremoz e o colorido do típico mobiliário alentejano.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]