PROVE do Ribatejo Interior comemora 11 anos de funcionamento

2021-09-10

O PROVE - Promover e Vender do Ribatejo Interior celebra, no dia 10 de setembro de 2021, 11 anos de funcionamento, promovendo novas formas de comercialização dos produtos locais, em circuito curto, contribuindo de forma significativa para o seu escoamento. Opera de forma simples e prática, através de um grupo de pequenos produtores agrícolas, que fornece semanalmente cabazes de produtos hortofrutícolas a consumidores antecipadamente inscritos.

A TAGUS - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Interior, responsável por este núcleo PROVE, que abrange os concelhos de Abrantes, Constância e Sardoal, dá conta que atualmente são três os produtores que fornecem os cabazes, Simão Pita, Márcia Louro e Lurdes Caetano.  Todos surgem no núcleo de produtores em momentos distintos, mas ambos com a mesma intenção, trazer o que de melhor a terra oferece à comunidade do Ribatejo Interior, produtos hortofrutícolas de qualidade a um valor íntegro para o próprio produtor, promovendo simultaneamente o desenvolvimento do território rural.

Se produz fruta ou produtos hortofrutícolas e gostava de escoar o excedente da sua produção, tem no núcleo PROVE Ribatejo Interior a oportunidade ideal para o fazer, bastando contactar a a TAGUS, através dos contactos tagus@tagus-ri.pt ou telefone 241 106 000.  

No Ribatejo Interior há duas opções de escolha dos cabazes PROVE, o primeiro com um peso entre 7 a 9 kg por um valor de 11 euros e outro com 5 a 7 kg por 7 euros, ambos apresentam exclusivamente produtos da época, produzidos localmente. A entrega dos cabazes é feita à sexta-feira entre as 17h00 e as 19h00, no Mercado Diário de Abrantes.

O consumidor tem, assim, a possibilidade de provar um conjunto de produtos variados de hortofrutícolas, sendo necessário inscrever-se para receber o cabaz através da plataforma prove.com.pt, ou contactar o Núcleo de Produtores PROVE do Ribatejo Interior pelo telemóvel 962301901 ou pelos emails encomendas.abrantes@prove.com.pt ou simaopita65@gmail.com.

No decorrer dos 11 anos a TAGUS já teve a funcionar dois núcleos de produtores no Ribatejo Interior, por onde já passaram 22 produtores, que comercializaram mais de 16 mil e quinhentos cabazes a 150 consumidores, resultando num volume de faturação de aproximadamente 139 mil euros, revelando-se este projeto como uma importante forma de alavancar a economia local.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]