Produtos do Pinhal Interior e do Ribatejo Interior no SISAB

2012-02-20

2011

A presença dos produtores na 17ª edição do Salão Internacional do Setor Alimentar e Bebidas, realizado em Lisboa, entre 27 e 29 de fevereiro, foi apoiada pelos GAL PINHAL MAIOR e TAGUS, no âmbito do LEADER.

A participação teve por objetivo estabelecer novos contactos nos mercados internacionais, principalmente, em Angola, China, Brasil, Europa Central e países da América do Norte.

Vinhos, azeites, doces de frutas, enchidos e fumeiro do Pinhal Interior e Ribatejo Interior procuraram assim expandir ou até mesmo iniciar-se no mercado externo através desta presença naquela que é considerada a maior mostra mundial de empresas, marcas e produtos portugueses para a exportação.

Nos vinhos, apresentaram-se os produtos da Quinta Casal da Coelheira, da Quinta Vale do Armo, de Abrantes e Sardoal, e Alvelus, de Proença-a-Nova.

Dos azeites do Ribatejo Interior marcaram presença a Casa Anadia, Ourogal, Sociedade Agrícola Ouro Vegetal (SAOV) e Zé Bairrão, todos de Abrantes.

Participaram pela primeira vez os produtores de enchidos e fumeiro do Ribatejo Interior e Pinhal Interior Casel (Sertã), O Fumeiro da Beira (Mação) e Margarido»s (Abrantes).

A Quinta de São José é a ilustre representante dos doces de frutas do Ribatejo Interior no SISAB 2012. A pequena unidade, criada em 2004, que produz uma variedade diversificada de doces e compotas de frutas, de forma tradicional, pretende angariar distribuidores para os seus deliciosos frasquinhos.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]