Produtores do Ribatejo Norte na Feira Portugal Agro

2014-12-02

De 20 a 23 de novembro, teve lugar na FIL em Lisboa, o grande evento da produção nacional para os sectores agrícola e agroalimentar, o Portugal Agro.

Este evento teve o alto patrocínio do Ministério da Agricultura e do Mar e o envolvimento operacional de meia centena de entidades e organismos regionais e sectoriais, apresentando-se como uma mostra da agricultura portuguesa na sua diversidade e na sua riqueza, com uma forte vocação empresarial onde os produtores agroalimentares das zonas rurais marcaram forte presença.

A ADIRN participou neste evento, inserida no espaço da Federação Minha Terra, dedicado ao “Desenvolvimento Local”, no qual estiveram presentes ao longo dos quatro dias do certame, 73 produtores agroalimentares e artesãos, dos diferentes territórios de intervenção das associações intervenientes.

No espaço destinado à promoção do território da ADIRN estiveram presentes produtores do Ribatejo Norte, nomeadamente, Quinta do Cavalinho (Vinhos), Cabeço da Aguda (Vinhos), Casal Martins (Vinhos), Solar dos Loendros (Vinhos), Casal das Freiras (Vinhos), Sociedade Agricola do Alveirão (Vinhos), Canal 7 (Vinhos), Casal Martinho (Azeite), Segredos da Tradição (Licores) e Fumeiro dos Templários (Enchidos), que durante estes dias promoveram a degustação e a venda dos seus produtos.

Em paralelo, foram realizadas diversas iniciativas de âmbito promocional dos territórios, destacando-se o lançamento dos livros “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, e “Sabores da Nossa Terra”, tendo sido este primeiro presidido pela Senhora Ministra da Agricultura e do Mar. Estes dois livros foram elaborados no âmbito do projecto de cooperação nacional “7 Maravilhas da Gastronomia”, nos quais se encontram publicadas receitas dos seis concelhos do território de intervenção da ADIRN.

 

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* Texto ADIRN - Associação para o Desenvolvimento Integrado do Ribatejo Norte


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]