Oficina “LEADER/DLBC perspetivas 2030” em Aveiro

2018-04-26

A 5 de abril, a AIDA – Associação Industrial do Distrito de Aveiro acolheu nas suas instalações, em Aveiro, a Oficina “LEADER/DLBC perspetivas 2030”, no âmbito do projeto “Rede LEADER 2020: Qualificar, Cooperar, Comunicar” liderado pela Minha Terra, em parceria com a DGADR e as 52 ADL do continente.

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Com o atual quadro de programação praticamente a meio, a reprogramação em curso e a avaliação intercalar em preparação, o tema das perspetivas do LEADER/DLBC para 2030 surge como uma evidência, ainda para mais, quando a nível europeu se desenham outros marcos no horizonte, tais como o Quadro Financeiro Plurianual para 2021 – 2027, a nova PAC ou as propostas regulamentares para o Desenvolvimento Rural e para a Política de Coesão.

Esta oficina dirigida aos associados da Minha Terra visou realizar um primeiro balanço da experiência da implementação do instrumento Desenvolvimento Local de Base Comunitária (DLBC) no atual período de programação e iniciar a reflexão sobre a continuidade/evolução deste instrumento no quadro da territorialização das políticas públicas no âmbito do próximo período de programação.

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Para fazer um ponto de situação do desenho e implementação das intervenções territoriais no Portugal 2020 com destaque para o DLBC, bem como uma análise prospetiva da evolução do instrumento, no próximo período de programação, foram convidados como oradores:

  • António Figueiredo, presidente da Quaternaire, investigador e consultor nos domínios do desenvolvimento e planeamento regional, e avaliação de políticas públicas e nível nacional e internacional;
  • António Ramos, Diretor da Unidade de Política Regional da Agência para o Desenvolvimento e Coesão; e
  • Joaquim Felício, Coordenador da Equipa de Projeto das Abordagens Territoriais do CENTRO 2020.

Estando representadas 46 ADL, de norte a sul do pais e ilhas, a oficina foi muito participada e o debate muito animado.

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Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]