Novas regras de transparência para os beneficiários da PAC

2015-06-02

Desde 1 de Junho de 2015 que os países da União Europeia estão obrigados a publicar a lista dos beneficiários dos apoios da Política Agrícola Comum (PAC). A medida pretende aumentar a transparência e decorre da reforma comunitária da PAC de 2013. O ministério da Agricultura de cada Estado-Membro será o responsável pela publicação das informações necessárias, incluindo o nome do beneficiário, o montante e a natureza da medida.

Este novo mecanismo enquadra-se no objetivo maior da Comissão de tornar mais transparente a gestão do orçamento da União Europeia, reforçando o controlo público das quantias utilizadas, tendo porém, de ser um processo ponderado com a proteção de dados pessoais e o respeito da vida privada dos beneficiários.

Phil Hogan, comissário europeu, responsável pela Agricultura e pelo Desenvolvimento Rural, salientou a importância do reconhecimento do trabalho dos agricultores, por parte dos contribuintes, reconhecendo o cumprimento de normas mais rigorosas do que as praticadas fora da União Europeia. O comissário acredita que estas novas regras irão mostrar ao público em geral a forma como a PAC pode ajudar a lidar com as preocupações atuais da sociedade, quer através dos sistemas de pagamentos diretos, quer em projetos de investimento individual ou em projetos que beneficiem a economia rural em geral.

A Comissão Europeia disponibilizou um documento com resposta às questões mais frequentes sobre o processo de transparência.

Mais informações disponíveis no site da Comissão Europeia e no site do IFAP.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 






Receitas e Sabores dos Territórios Rurais

 

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O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]