2016-05-10
A MONTE - A.C.E e a Câmara Municipal de Bissau celebram o lançamento da primeira pedra do Parque Urbano de N’Batonha, no quadro dos 40 anos da parceria com a República da Guiné-Bissau e a União Europeia. O lançamento da primeira pedra do Parque Urbano de N’Batonha, resulta da implementação do projeto Kau di Catchu Ku Kau di Pecadur. O Parque promove o reconhecimento do potencial da Lagoa de N’Batonha como elemento central da ecologia urbana da baixa de Bissau, e como espaço de lazer que potencia as vertentes de recreio, paisagística e de conservação da biodiversidade. O programa de intervenção incluiu elementos associados à recuperação ecológica da lagoa e da sua envolvente, como também equipamentos relacionados com a tipologia de um parque urbano, e tem como objetivo a complementaridade entre o uso recreativo e a recuperação e conservação da zona húmida – a Lagoa de N’Batonha.
O projeto Kau di Catchu ku Kau di Pecadur é executado pela MONTE - A.C.E, em parceria com a Câmara Municipal de Bissau desde Setembro de 2015, e visa apoiar os quadros técnicos da CMB na identificação das problemáticas associadas à gestão do território urbano, como a preservação e a recuperação de zonas de elevado interesse ecológico, potenciando os seus usos e valências. associada à requalificação deste espaço público urbano prevê-se ainda o desenvolvimento de um modelo de gestão, através de uma parceria público-privada, que permita à CMB aumentar a sua eficiência na gestão do património urbano. O custo total do projeto, estimado em cerca de trezentos e noventa e cinco mil euros, é co-financiado em cerca de trezentos e vinte e dois mil euros pela União Europeia.
Diversificação de atividades económicasDurante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. |
Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locaisA estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas. |
Floresta multifuncional e sustentabilidade territorialA floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. |
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O livro “Receitas e Sabores dos Territórios Rurais”, editado pela Federação Minha Terra, compila e ilustra 245 receitas da gastronomia local de 40 territórios rurais, do Entre Douro e Minho ao Algarve.
[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]