LEADERSOR

Associação para o Desenvolvimento Rural Integrado do Sôr

Morada: Edifício Nuno Vaz Pinto, Rua E, Lote 79

7400-211 Ponte de Sor

Te.: +351 242 204 101 (Chamada para a rede fixa nacional)

E-mail: geral@leadersor.pt

Site: www.leadersor.pt

 

Território: Alentejo

Área: 2.792,9 Km2

Habitantes: 41.672 hab.

Densidade populacional: 14,9 hab./km2

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Alentejo Norte

Seis concelhos pertencentes ao Alto Alentejo – Alter do Chão, Avis, Fronteira, Mora, Ponte de Sor e Gavião – compõem o território de intervenção do GAL.

O território toma como referência duas albufeiras: Montargil, situada na margem direita da ribeira de Sor, com uma extensão de quase 20 km, desde as proximidades de Ponte de Sor até às imediações da vila com o mesmo nome; e Maranhão, desenvolvendo-se desde Seda (perto de Alter do Chão) até ao lado sudoeste da sede do concelho de Avis, numa extensão de cerca de 40 km, e alimentada pelas ribeiras da Seda, de Avis e da Raia. As duas barragens foram construídas nos anos 1950 para irrigar os campos do Vale do Sorraia e ambas são, atualmente, muito procuradas como zonas de lazer, sobretudo pelos amantes dos desportos náuticos.

Apesar de se tratar de uma região de transição entre o Ribatejo e o Alto Alentejo e a Beira Baixa, o território apresenta globalmente maiores afinidades com o Alentejo. Todavia, contrariamente a outras zonas alentejanas, o território apresenta uma paisagem dominada por povoamentos florestais, nomeadamente, montados de sobreiro e azinheira, de grande importância económica. A indústria da cortiça será a mais relevante e emblemática da região.

A agricultura e a pecuária também desempenham um papel relevante económico. Nos terrenos mais férteis dos vales dos principais cursos de água que atravessam o território desenvolvem-se as culturas do milho, tomate e arroz. A pecuária extensiva em regime de manadio é dominante sobretudo no que diz respeito a bovinos e ovinos.

Rico nas suas características ambientais, o produto “Natureza”, complementado pelo património histórico e cultural, constitui uma das principais potencialidades do território.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]