IN LOCO notícias

2012-01-02

2011

O futuro incerto dos CNO merece o destaque do boletim da IN LOCO, que realizou nos meses de novembro e dezembro 18 júris de certificação no seu CNO, há nove anos em funcionamento.

As principais notícias da edição de dezembro do Boletim da IN LOCO recaem no lançamento de mais um Cabaz PROVE 100% Bio, o balanço do 1º e 2º concursos LEADER e a preparação do 3º concurso.

O boletim n.º 6-2011 informa ainda que a IN LOCO viu aprovada a proposta apresentada à LPN para a realização de diversas atividades de Educação Ambiental no ano letivo 2011/2012 na Serra do Caldeirão.

Saiba ainda que a IN LOCO terminou a realização da edição lusófona de um relatório mundial de Orçamentos Participativos, editado pela Agência InWEnt, cuja versão em português com o título «Aprendendo com o Sul: o Orçamento Participativo no mundo - um convite à cooperação global» será distribuída a partir de janeiro de 2012.

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Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]