II Congresso Nacional das Ciências do Solo

2023-04-26

O II Congresso Nacional das Ciências do Solo” vai realizar-se nos próximos dias 28, 29 e 30 de junho, na Escola Superior Agrária de Bragança. 

O evento celebra os 50 anos da Sociedade Portuguesa da Ciência do Solo e será ocasião para partilhar avanços científicos e conhecimento especializado no vasto espetro disciplinar das Ciências do Solo. Pretende-se ainda que a iniciativa constitua momento de reflexão sobre o papel dos solos em aspetos importantes e de amplo alcance nas sociedades atuais e nas suas perspetivas e aspirações de desenvolvimento.

Refletindo estas pretensões, o congresso decorrerá sob o lema “Os Solos nos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável: 50 anos da Sociedade Portuguesa da Ciência do Solo”, associando na organização do evento o Instituto Politécnico de Bragança e a Sociedade Portuguesa da Ciência do Solo.

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Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]