I Encontro Ibérico de Orçamentos Participativos

2012-11-08

Odemira, 16 e 17 de novembro 2012

Numa organização conjunta da Associação IN LOCO, Asociación de Ciudades Participativas e Município de Odemira, o encontro pretende dar a conhecer algumas das melhores experiências de participação na Península Ibérica, África e América Latina. Inscrições abertas.

O encontro irá realizar-se no Cineteatro Camacho Costa, na vila de Odemira.

«O poder local - entre a modernização administrativa e o aprofundamento da democracia» e «Uma década de Orçamento Participativos em Portugal e Espanha» são as comunicações a apresentar.

Com base em testemunhos de experiências portuguesas e espanholas, serão apresentados modelos de participação e de deliberação, os orçamentos participativos entre as crianças e os jovens e a visão dos cidadãos participantes.

O encontro pretende ser um fórum de debate, com a apresentação de exemplos de orçamentos participativos de Portugal e de Espanha, de boas práticas, de testemunhos de experiências e de participação pública.

Será uma oportunidade para conhecer algumas das melhores experiências de participação na Península Ibérica, estando também prevista a participação de convidados de África e da América Latina.

Durante o Encontro decorrerá também a cerimónia de apresentação dos projetos vencedores do Orçamento Participativo de Odemira em 2012.

O encontro organizado pelo Município de Odemira, a Associação In Loco e a Asociación Ciudades Participativas, conta ainda com o Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra, o Observatório Internacional de Democracia Participativa e a Comissão de Inclusão Social e Democracia Participativa da organização mundial de Cidades e Governos Locais Unidos como parceiros.

A participação é gratuita mas a inscrição é obrigatória.

Inscrições em http://www.op-portugal.org/actividades.php?id=1001

Saiba mais em www.op-portugal.org

Ou contacte a IN LOCO | op@in-loco.pt | +351.289840860


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]