Há Festa na Aldeia, Mês 4

2018-08-30

A época do “Há Festa na Aldeia (HFA)” já vai no seu quarto mês. Nas estradas das aldeias desde o mês de junho, o evento reconhecido por Marcelo Rebelo de Sousa, como uma iniciativa de valor acrescentado, importante para o futuro do país, e, como tal, merecedora do Alto Patrocínio da Presidência da República foi assentando consecutivamente arraias em Vilarinho de S. Roque, concelho de Albergaria-a-Velha, Paradela, concelho de Mirando do Douro, Porto Carvoeiro, concelho de Santa Maria da Feira, Burgo, concelho de Felgueiras, e Talhas, concelho de Macedo de Cavaleiros.

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Os próximos locais e datas a marcar na agenda do HFA são Ul, em Oliveira de Azeméis, a 1 e 2 de setembro, Rio de Onor, em Bragança, a 8 e 9 de setembro, e, por fim, Castromil, em Paredes, a 6 e 7 de outubro.

A ATA – Associação do Turismo de Aldeia, criada em 1999, e constituída por 15 associações de desenvolvimento local (ADL)*, é a mentora deste projeto, que resulta da vontade de associações de desenvolvimento rural (GAL) de trabalhar em rede e de conjugar esforços para a dinamização dos seus territórios e a promoção turística, a valorização dos recursos endógenos locais e regionais.

A edição de 2018 do “Há Festa na Aldeia” envolveu concretamente quatro ADL – ADRITEM (Associação de Desenvolvimento Regional Integrado das Terras de Santa Maria), ADER-SOUSA (Associação de Desenvolvimento Rural das Terras do Sousa), CORANE (Associação de Desenvolvimento dos Concelhos da Raia Nordestina) e DESTEQUE (Associação para o Desenvolvimento da Terra Quente) na dinamização dos lugares através dos seus habitantes.


Diversificação de atividades económicas

 

Durante muito tempo “rural” e “agrícola” foram sinónimos. No entanto, ao longo das últimas décadas as atividades agrícola e florestal foram perdendo peso na economia e no emprego nas zonas rurais, e essa associação deixou de ser evidente. 

Sistemas alimentares territoriais, cadeias curtas e mercados locais

A estrutura do sistema alimentar global é cada vez mais reconhecida como insustentável quer do ponto de vista ambiental, quer socioeconómico e político. Perante esta realidade, várias iniciativas destinadas a promover a adoção de sistemas alimentares alternativos vêm sendo realizadas.

Floresta multifuncional e sustentabilidade territorial

A floresta é um dos pilares do nosso património ambiental, económico e social. Para além da produção de madeira, que continua a ser vital para diversas fileiras industriais, a floresta oferece muitos outros recursos e serviços que têm um enorme potencial de valorização. 

Agricultura familiar e agroecologia

Cada vez mais, os consumidores exigem alimentos seguros e de qualidade provenientes de uma agricultura sustentável e que tenha um menor impacto nos recursos naturais. Já os produtores ambicionam que o seu trabalho se traduza num rendimento justo, que lhes garanta qualidade de vida. 





[ETAPA RACIONAL ER4WST V:MINHATERRA.PT.5]